Formar para o mundo real: o modelo com o qual a Unifranz está transformando a educação na Bolívia

Escolher uma universidade na Bolívia já não é apenas uma decisão acadêmica; é uma aposta no futuro profissional em um mercado cada vez mais competitivo, digital e globalizado. Para milhares de jovens bolivianos, essa escolha define não apenas onde estudar, mas também o grau de preparo para se inserir no mundo do trabalho.
Diante dessa necessidade, a Universidade Franz Tamayo (Unifranz) consolidou-se como um dos atores mais dinâmicos do sistema de educação superior boliviano. Ela se distingue por um modelo educacional que aposta na formação prática, na inovação e na conexão direta com os desafios reais do contexto.
“O modelo educacional da Unifranz entende que a sustentabilidade deve atravessar de forma transversal a gestão, a formação acadêmica e o vínculo com a comunidade, a fim de formar líderes e profissionais conscientes, éticos e comprometidos. A Unifranz integra a sustentabilidade em todos os programas acadêmicos, fortalece alianças com governos, empresas e organizações e transforma seus campi em laboratórios para criar soluções reais para problemas concretos”, afirma Verónica Ágreda, reitora da Unifranz.
O que distingue a Unifranz?
A proposta da Unifranz não se limita a oferecer diplomas, mas a formar profissionais com capacidades para enfrentar desafios reais, como a resolução de problemas complexos, a comunicação intercultural, a liderança e a adaptabilidade. Esse enfoque nasce da integração de metodologias ativas e de uma estreita articulação com os setores produtivos e com instituições públicas e privadas, que demandam profissionais preparados para gerar impacto.
“Em nossa universidade sempre tivemos como visão desenvolver uma qualidade acadêmica em nível internacional. Nosso propósito é levar adiante um modelo educacional que seja relevante, pertinente, inclusivo e que se realize ao longo da vida. Este é o nosso primeiro princípio: qualidade acadêmica para competir em nível global”, afirma Carlos Dabdoub, vice-reitor da Unifranz.
Estudos regionais do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) indicam que 45% dos empregadores da América Latina identificam deficiências nas competências práticas dos egressos universitários no momento de sua inserção no mercado de trabalho.
Diferentemente dos esquemas tradicionais centrados na memorização, a Unifranz desenvolveu um enfoque formativo baseado no princípio do “aprender fazendo”. Isso implica que, desde os primeiros semestres, os estudantes trabalham com casos reais, projetos aplicados e simulações profissionais que os aproximam do exercício concreto de sua futura profissão.
O enfoque do aprender fazendo é implementado de maneira progressiva ao longo das carreiras. Desde os primeiros semestres, os estudantes participam de atividades práticas orientadas ao desenvolvimento de competências transversais como pensamento crítico, trabalho colaborativo, liderança, comunicação efetiva e capacidade de adaptação, consideradas essenciais para o desempenho profissional.
Esse modelo formativo é complementado por uma infraestrutura que vai além de um edifício. Salas de aula dinâmicas, simuladores de última geração, bibliotecas virtuais completas e laboratórios concebidos para a prática desde o primeiro semestre estão à disposição dos estudantes nas quatro sedes da universidade nas principais cidades da Bolívia: La Paz, El Alto, Cochabamba e Santa Cruz.
Qualidade e empregabilidade certificadas
Tudo isso não se trata apenas de discurso. A Unifranz aposta em demonstrar sua qualidade por meio de diferentes certificações internacionais. Assim, cada uma das dimensões que caracterizam a universidade conta com respaldo internacional.
“Como podemos demonstrar que a qualidade acadêmica da Unifranz é boa? Somente por meio de acreditações. Por isso participamos de diferentes avaliações e hoje, com orgulho, podemos dizer que somos considerados uma universidade de alta qualidade acadêmica. É o caso do QS Stars e do Mercosul”, explica Dabdoub.
Em 2025, a Unifranz obteve a certificação no sistema QS Stars, um modelo de avaliação independente que analisa dimensões como empregabilidade, governança, impacto social e infraestrutura. Esse sistema realiza uma auditoria transparente por áreas, facilitando uma comparação objetiva para quem escolhe onde estudar.
Dentro dessa auditoria, a Unifranz destacou-se com cinco estrelas em Empregabilidade, um indicador que reflete sua capacidade de preparar seus egressos com habilidades alinhadas ao mercado de trabalho local e internacional.
O QS Stars também concedeu à Unifranz quatro estrelas em impacto social, um reconhecimento por sua contribuição positiva à sociedade. Isso se deve ao fato de que os projetos acadêmicos da Unifranz combinam pesquisa, extensão e trabalho com comunidades, demonstrando que a educação de qualidade não forma apenas profissionais, mas também cidadãos comprometidos com seu entorno.
Entre as certificações internacionais, destaca-se a acreditação ARCU-SUR do MERCOSUL. Essa validação é destinada a cursos específicos segundo padrões comuns entre os países-membros da região. Ela não apenas certifica a qualidade acadêmica, mas também abre portas para o reconhecimento de títulos e facilita a mobilidade estudantil e profissional nos países vizinhos. Esse selo é fundamental para estudantes internacionais que buscam ampliar seus horizontes além das fronteiras.
A qualidade institucional também se reflete na cultura interna. A Unifranz foi a única universidade boliviana incluída no ranking Great Place to Work América Latina 2025, entre as 100 melhores organizações para trabalhar na região. Isso indica um ambiente organizacional que valoriza o corpo docente e administrativo, fator que se traduz em estabilidade, compromisso e melhores experiências acadêmicas para os estudantes.
Internacionalização real e alianças estratégicas
“Outro benefício dessas certificações de qualidade é que temos uma maior relação com outras universidades e centros de pesquisa. Nossos estudantes e professores podem trocar conhecimentos, o que nos dá o propósito de formar, no futuro, estudantes de padrão internacional”, acrescenta a autoridade acadêmica.
A globalização do conhecimento exige mais do que qualidade local; requer articulação com o mundo. A Unifranz fortaleceu sua estratégia de internacionalização por meio de uma série de convênios internacionais que permitem mobilidade estudantil e acadêmica, intercâmbios e programas conjuntos, posicionando seus estudantes em uma rede global de aprendizagem.
Esses convênios e programas — que combinam mobilidade física com internacionalização em casa — constituem um diferencial na formação universitária contemporânea. Para muitos estudantes da região, essa rede de vínculos acadêmicos pode significar oportunidades concretas de experiências no exterior, acesso a redes globais de pesquisa e maiores possibilidades de inserção profissional internacional.
Educação superior e o futuro do país
A Bolívia ainda enfrenta importantes desafios no ensino superior: cobertura desigual, brechas de qualidade e limitada internacionalização. No entanto, o crescimento sustentado das matrículas universitárias demonstra que cada vez mais jovens veem na formação profissional uma via real para o desenvolvimento e a transformação.
“Uma característica de nossos estudantes e futuros profissionais é que eles não são apenas competentes em sua profissão. Eles se formam como verdadeiros cidadãos, pessoas capazes de contribuir para a sociedade, a região e a cidade onde vivem. Por isso, a inclusão social é fundamental para nós”, afirma Dabdoub.
Nesse contexto, modelos como o da Unifranz propõem uma nova lógica educacional: universidades que não apenas concedem diplomas, mas formam profissionais capazes de gerar impacto, inovar e construir soluções a partir de seu próprio território. A Unifranz aposta em tornar-se uma referência regional de educação com sentido, em que estudar não é apenas preparar-se para trabalhar, mas para transformar.